<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8239899604647386928</id><updated>2012-02-27T17:18:17.297-08:00</updated><title type='text'>Batologias</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://batologias.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Isabela Morgado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13700905071292528414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-D13HSOQVstY/TwuQPJGy-_I/AAAAAAAAAHg/drhvrzYg63s/s220/isa.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>16</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8239899604647386928.post-6889910686150594050</id><published>2012-02-27T17:09:00.002-08:00</published><updated>2012-02-27T17:09:59.385-08:00</updated><title type='text'>É que eu ainda sinto o gosto do seu beijo...</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8239899604647386928-6889910686150594050?l=batologias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://batologias.blogspot.com/feeds/6889910686150594050/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2012/02/e-que-eu-ainda-sinto-o-gosto-do-seu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/6889910686150594050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/6889910686150594050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2012/02/e-que-eu-ainda-sinto-o-gosto-do-seu.html' title='É que eu ainda sinto o gosto do seu beijo...'/><author><name>Isabela Morgado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13700905071292528414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-D13HSOQVstY/TwuQPJGy-_I/AAAAAAAAAHg/drhvrzYg63s/s220/isa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8239899604647386928.post-8484782708283203553</id><published>2012-01-27T14:57:00.000-08:00</published><updated>2012-01-27T14:57:06.240-08:00</updated><title type='text'>O céu sempre foi meu melhor cobertor.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/21923200/1413990-11-1327699524324_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="332" width="500" src="http://data.whicdn.com/images/21923200/1413990-11-1327699524324_large.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;      Deitada naquela cama, eu já não sentia meu corpo. Minha alma gritava em um silêncio ensurdecedor. O som da chuva era amenizado pelo barulho pesado das minhas lágrimas. Cada gota caída no travesseiro doía mais do que facadas. A necessidade de causar alguma dor exterior, para amenizar a interior, era enorme. Colocava a mão sobre minha face, e a arranhava. Queria ver meu sangue, mas o som das lágrimas era mais doloroso. Lutava para que aquela noite não tivesse fim. Não porque gostava do sofrimento, mas tinha medo de acordar no dia seguinte. Eu apenas queria fechar meus olhos e dormir eternamente. Qual seria a reação das pessoas ao saberem da minha morte? Quais chorariam, e quais festejariam? Faria alguma diferença? Sinto-me covarde por desejar a morte como refúgio, mas não estava encontrando forças para encarar tudo de frente. Cada olhar que o espelho me lança, é uma dor a mais dentro de mim. Confiei nas pessoas até mesmo quando me jogaram fora. Ouvi o julgamento delas e as levei a sério. Dei a chave da minha alma para que as pessoas entrassem e arrancassem toda a felicidade, e fossem embora, como se estivessem indo 'ali'. Estou esperando que voltem. Virei pro lado e caí no sono. Segundos depois, o despertador tocou: levantei como se nada estivesse acontecendo. Mas já estava morta por dentro...&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;"Já vi o fim do mundo algumas vezes, e na manhã seguinta tava tudo bem."&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;A vida continuou. E eu nunca tive a devolução da minha felicidade.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Isabela Morgado.&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8239899604647386928-8484782708283203553?l=batologias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://batologias.blogspot.com/feeds/8484782708283203553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2012/01/o-ceu-sempre-foi-meu-melhor-cobertor.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/8484782708283203553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/8484782708283203553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2012/01/o-ceu-sempre-foi-meu-melhor-cobertor.html' title='O céu sempre foi meu melhor cobertor.'/><author><name>Isabela Morgado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13700905071292528414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-D13HSOQVstY/TwuQPJGy-_I/AAAAAAAAAHg/drhvrzYg63s/s220/isa.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8239899604647386928.post-2795440793369389168</id><published>2012-01-25T15:31:00.000-08:00</published><updated>2012-01-25T15:31:44.139-08:00</updated><title type='text'>Já não sei mais me identificar.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/21803826/tumblr_lx0z5wSjZL1r5rm9yo1_500_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="334" width="500" src="http://data.whicdn.com/images/21803826/tumblr_lx0z5wSjZL1r5rm9yo1_500_large.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Sua vida estava tão vazia quanto seu coração. Na verdade, tão bagunçada quanto ele. Já não comia há dias. Não conversava com ninguém, não olhava ninguém nos olhos. Sabe como ficam as cidades após os terremotos? Isso, era exatamente assim que ela estava. Uma cidade destruída. Quem a reconstruiria? Estava fraca demais para se levantar e recomeçar. Quem daria a mão? Já estava cansada de ser deixada de lado, de ser pega chorando pelos cantos da casa, de ser sempre a segunda opção. Estava exausta de tudo. Como diz Adele, ela só queria ser a 'verdadeira e única'. Mas nunca foi. E talvez nunca seria. Contentava-se com sobras, pois não tinha esperanças de nada. Não sonhava mais com nada. Contentava-se com um beijo, com promessas vazias, com olhares foscos. Não tinha esperança de um abraço apertado, de palavras inesperadas, nem sorrisos brilhantes. Havia perdido o brilho, como quem perde uma bobagem qualquer. Não se importou. Na verdade, se importou até demais. Mas fingia. Uma risada aqui, outra ali, e todos acreditavam. Mas ninguém entendia, ninguém nem ao menos se esforçava para perceber que ela precisava de pouco para ser feliz. Ela só queria isso... &lt;b&gt;Alguém que a fizesse feliz.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Isabela Morgado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8239899604647386928-2795440793369389168?l=batologias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://batologias.blogspot.com/feeds/2795440793369389168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2012/01/ja-nao-sei-mais-me-identificar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/2795440793369389168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/2795440793369389168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2012/01/ja-nao-sei-mais-me-identificar.html' title='Já não sei mais me identificar.'/><author><name>Isabela Morgado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13700905071292528414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-D13HSOQVstY/TwuQPJGy-_I/AAAAAAAAAHg/drhvrzYg63s/s220/isa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8239899604647386928.post-3038348327030511799</id><published>2012-01-17T15:39:00.000-08:00</published><updated>2012-01-17T15:39:13.881-08:00</updated><title type='text'>Uma pequena carta.</title><content type='html'>"Querido Tempo,&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;Não se vá, ou pelo menos, não passe tão rapidamente. Ande como uma tartaruga nos momentos em que minha alma estiver coberta por felicidade. E pare, congele como um &lt;i&gt;iceberg&lt;/i&gt;, quando eu estiver nos melhores braços, olhando para os olhos mais brilhantes. Não leve embora as lembranças mais lindas. Não tire de mim os sorrisos que nós demos, as palavras soltas ao vento. Não leve contigo o &lt;b&gt;meu amor&lt;/b&gt;. Tempo, não apague o que tenho de melhor. Mas nas horas em que faltar fé, por favor, meu querido Tempo, corra. Corra como quem foge de um terremoto. Não deixe que ele abale nossas estruturas. Corra até não aguentar mais... Só que por favor, não o leve para longe de mim.&lt;br /&gt;                                                           Com amor, I."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8239899604647386928-3038348327030511799?l=batologias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://batologias.blogspot.com/feeds/3038348327030511799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2012/01/uma-pequena-carta.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/3038348327030511799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/3038348327030511799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2012/01/uma-pequena-carta.html' title='Uma pequena carta.'/><author><name>Isabela Morgado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13700905071292528414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-D13HSOQVstY/TwuQPJGy-_I/AAAAAAAAAHg/drhvrzYg63s/s220/isa.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8239899604647386928.post-2885653660273582497</id><published>2012-01-12T15:10:00.000-08:00</published><updated>2012-01-12T15:10:22.506-08:00</updated><title type='text'>Anne</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/21014842/tumblr_lxpdyxzTHh1r8xxvno1_500_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="333" width="500" src="http://data.whicdn.com/images/21014842/tumblr_lxpdyxzTHh1r8xxvno1_500_large.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Era como se todos os outros caminhos tivessem se fechado, e o único — e mais fácil — era desistir. Porém desistir do que te sustenta, não é tão fácil como parece. Precisava seguir em frente, continuar na mesma monotonia de sempre não dava — era infeliz. Anne era repleta de sonhos, e seu único pesadelo era este. Ser infeliz. &lt;br /&gt;— O que te trava o riso? O que te impede de ser a pessoa mais feliz do planeta?&lt;br /&gt;Ela precisava matar todas as tuas dúvidas, acabar de vez com tudo. Porém era covarde demais. Talvez até para admitir certas coisas a si mesma. E eram essas certas coisas de que mais tinha medo. De ser demais. Demais para si. Para os outros. Ou não ser. &lt;br /&gt;Acostumou-se com o vazio, e a solidão virou sua melhor companhia. Anne se encontrava assim: sentia-se ela, sentia-se como se tivesse nascido para ser assim, vazia. Não era um vulcão, pra falar a verdade, Anne não era nem uma gota de chuva. Era talvez uma brisa leve. Mas ja era tarde demais para ser alguma coisa. Anne havia se perdido na sua própria escuridão. Mas ela não fazia idéia do que era aquilo... Já tinha se acostumado.&lt;br /&gt;(...) Mas lá estava Anne novamente, em busca de sua felicidade perdida. Ela sabia que apesar de toda aquela dor, toda aquela sequencia de problemas não arrancariam tua esperança, que inundava tua alma da forma mais linda possível. Escreveu uma carta, e sua última palavra foi: Venha. A carta era para a felicidade.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Isabela Morgado&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8239899604647386928-2885653660273582497?l=batologias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://batologias.blogspot.com/feeds/2885653660273582497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2012/01/anne.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/2885653660273582497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/2885653660273582497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2012/01/anne.html' title='Anne'/><author><name>Isabela Morgado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13700905071292528414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-D13HSOQVstY/TwuQPJGy-_I/AAAAAAAAAHg/drhvrzYg63s/s220/isa.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8239899604647386928.post-747889068623949338</id><published>2012-01-10T14:04:00.000-08:00</published><updated>2012-01-10T14:34:45.288-08:00</updated><title type='text'>O nosso quase amor.</title><content type='html'>[...] Já não sabia mais nomear esse sentimento, na verdade, nem sabia se merecia um nome. Ficaste tanto tempo fora, que tua falta virou rotina. Em outras palavras, - mais cruéis, confesso - me acostumei com tua ausência, e já não fazia questão de ti. Não preciso citar teu nome, teu sobrenome, muito menos a rua em que nos encontramos pela primeira vez. Sabes que escrevo para ti. Sabes que em cada letra aqui possui um pouco de nós. Possui você. Tentei pensar em algum motivo para não te escrever, assim como pensava em algum motivo para não te amar, mas, não havia ninguém para me impedir. Estava carregada de lembranças vazias. Confesso que senti falta do medo que você me transmitia, da enorme insegurança, e a ilusão que me permitiu viver, mas em nada isso me acrescentava. Eu gostava, porque fantasiava aquilo, porque eu tinha esperanças, porque eu as alimentava. Acrescentei você em todos os meus sonhos, e no momento que partiu, eles foram com você. Não via saída, até que tudo fez sentido. Não amava você, eu amava o mistério da nossa história, eu amava o nosso futuro que nunca aconteceria, eu amava as tuas promessas nunca realizadas, eu amava aquela fantasia. Amor aquilo nunca poderia ter sido. Amor havia se tornado uma palavra muito grandiosa diante da nossa história. Ou da nossa &lt;b&gt;quase&lt;/b&gt; história. Vivemos diante do quase, porque nunca fomos capazes de sermos. Nunca tivemos a força de chegar, e agir. Nosso quase amor nunca existiu, porque &lt;i&gt;amor&lt;/i&gt;, amor não é 'quase'. O amor é tudo, e '&lt;i&gt;tudo&lt;/i&gt;' foi tudo o que não conseguimos ser.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Isabela Morgado. &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8239899604647386928-747889068623949338?l=batologias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://batologias.blogspot.com/feeds/747889068623949338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2012/01/o-nosso-quase-amor.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/747889068623949338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/747889068623949338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2012/01/o-nosso-quase-amor.html' title='O nosso quase amor.'/><author><name>Isabela Morgado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13700905071292528414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-D13HSOQVstY/TwuQPJGy-_I/AAAAAAAAAHg/drhvrzYg63s/s220/isa.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8239899604647386928.post-1528704451734449767</id><published>2011-12-24T06:51:00.001-08:00</published><updated>2011-12-24T06:51:36.582-08:00</updated><title type='text'>Uma pequena citação</title><content type='html'>Ela ainda tinha as mãos calejadas, e os olhos apagados. Seus pés estavam sujos, e seu agasalho, rasgado. O gosto de café amargo ainda estava em sua boca. O cheiro dele ainda estava em seu cobertor. Levou todos seus cobertores para lavanderia — sabia que não resolveria em nada, sabia que lembranças não se lavam. Por mais que tentasse, ele continuaria ali. Nos lençóis, nas flores, no coração. Ela tentava apagar. Mas tudo lembrava ele. Ela tirou o rádio da tomada, e quebrou todos seus discos de vinil. Não ouvia mais músicas. Não fazia mais cappuccinos como antes. Não assistia mais programas na televisão aos sábados á noite. Ela evitava tudo que lembrasse ele. Ela apenas sobrevivia, da forma mais ridícula possível. Mas — ela sabia — , só o fato de sobreviver, lembrava ele.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Isabela Morgado&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8239899604647386928-1528704451734449767?l=batologias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://batologias.blogspot.com/feeds/1528704451734449767/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2011/12/uma-pequena-citacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/1528704451734449767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/1528704451734449767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2011/12/uma-pequena-citacao.html' title='Uma pequena citação'/><author><name>Isabela Morgado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13700905071292528414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-D13HSOQVstY/TwuQPJGy-_I/AAAAAAAAAHg/drhvrzYg63s/s220/isa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8239899604647386928.post-3078124409138553942</id><published>2011-12-23T18:45:00.001-08:00</published><updated>2011-12-23T18:45:51.632-08:00</updated><title type='text'>Meu menino.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://28.media.tumblr.com/tumblr_lrfd0yt9v11qgdcfqo1_500.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="338" width="500" src="http://28.media.tumblr.com/tumblr_lrfd0yt9v11qgdcfqo1_500.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Vem cá, meu menino dos olhos castanhos. Venha me fazer companhia e tirar essa minha carência predominante do clima frio. Faça-me um carinho, divida teus segredos e tua cama. Empreste-me um pouco deste brilho, eu preciso. Ilumine-me, purifique-me, meu amor. Entre na minha vida e me liberte destas coisas ridículas as quais me submeto. Salve-me de toda dor e toda rotina. Permita-me desobedecer as placas nas ruas, pular em poças de água para molhar teus casacos. Permita-me viver um daqueles clichês bem bonitos, sabe?&lt;br /&gt;Só tu tens este espírito alegre que me traz pureza. Abra esta janela de madeira do meu quarto todas as manhãs, molhe meu rosto com toda luz que o Sol e teu olhar podem trazer. Quero café na cama, também. Mesmo não gostando. Mas quero te ver trazendo aquela velha xícara azul. E quero que sente-se ao meu lado na cama, e conte todos teus planos para o dia. Irá trabalhar hoje, meu amor? Tem algum plano para esta noite? Quero-te para hoje — e para sempre.&lt;br /&gt;Nas noites em que fizer aquele calor danado, vou te acordar para caminharmos descalços pela rua. E se o acaso nos ajudar, quero encontrar um daqueles mercadinhos abertos e comprarmos sorvete de maracujá — o meu preferido.&lt;br /&gt;Meu menino, te peço para deixar este teu coraçãozinho aberto. Tanto amor pede para sair daqui, não me deixe sufocar. Banha-me com teu sorriso e gozo. Traga-me fé e a esperança que perdi. Prometo que sereis tua, se fores meu. Prometo, também, que todo amor que jaz aqui brotará da forma mais linda possível. Ensina-me a viver, meu menino. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Isabela Morgado&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8239899604647386928-3078124409138553942?l=batologias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://batologias.blogspot.com/feeds/3078124409138553942/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2011/12/meu-menino.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/3078124409138553942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/3078124409138553942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2011/12/meu-menino.html' title='Meu menino.'/><author><name>Isabela Morgado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13700905071292528414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-D13HSOQVstY/TwuQPJGy-_I/AAAAAAAAAHg/drhvrzYg63s/s220/isa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8239899604647386928.post-4015355235096697332</id><published>2011-12-23T18:43:00.000-08:00</published><updated>2011-12-23T18:43:29.865-08:00</updated><title type='text'>Eu adoro clichês...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://25.media.tumblr.com/tumblr_lsxgm3W4uF1qgdcfqo1_500.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="347" width="500" src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_lsxgm3W4uF1qgdcfqo1_500.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;    Revire-me. Provoque-me. Beije-me. Só não se vá. Não ouse deixar-me ir. Não ouse, meu amor, em momento algum, abandonar-me. Prometa que irá me abraçar sempre que eu precisar. Prometa que sentirá todo o meu amor. Nunca duvide, nunca desconfie. Serei completamente tua — apenas de já ser. Serei amor, serei paz, serei o que você quiser que eu seja. Estarei ao teu lado limpando cada lágrima que ousar arrancar esse teu sorriso. Diga-se de passagem, ele me encanta. Esse teu sorriso tem me dado tanta força, tanta fé e esperança, que fica até mais fácil levantar-me e partir para realidade todos os dias. Eu só peço á você para que não diga nada que não possa cumprir. Que tuas palavras sejam recíprocas as tuas atitudes. Que tuas promessas sejam cumpridas com todo orgulho existente em você. Que todos os nossos problemas sejam resolvidos em nosso abraço. Que seja desejo, que seja paixão, sedução, e todos os ‘ãos’ bons de um relacionamento. Mas principalmente, que seja amor. Nada além de amor. Vamos fazer este trato? Repita comigo: Eu lhe amo tanto, tanto…&lt;br /&gt;Isabela Morgado&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8239899604647386928-4015355235096697332?l=batologias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://batologias.blogspot.com/feeds/4015355235096697332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2011/12/eu-adoro-cliches.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/4015355235096697332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/4015355235096697332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2011/12/eu-adoro-cliches.html' title='Eu adoro clichês...'/><author><name>Isabela Morgado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13700905071292528414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-D13HSOQVstY/TwuQPJGy-_I/AAAAAAAAAHg/drhvrzYg63s/s220/isa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8239899604647386928.post-8162923846455529958</id><published>2011-12-23T18:38:00.001-08:00</published><updated>2011-12-23T18:38:49.980-08:00</updated><title type='text'>Uma covarde suícida.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://24.media.tumblr.com/tumblr_lth6hp2JQC1qgdcfqo1_500.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="338" width="500" src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_lth6hp2JQC1qgdcfqo1_500.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;       Um bocado de felicidade estava á espera daquela guria, e ela mal tinha ideia do que era isto. Trancava-se e evitava o mundo. Evitada sofrimento, evitada a dor. Mas ela sabia que era em vão. A dor já estava presente. O vazio que permanecia dentro daquela guria, era como um quarto gigante escuro. Espaço tinha de sobra, mas só tinha escuridão. Ela mesma não permitia sua felicidade. Tinha medo de ser feliz. Tinha medo de que depois do Sol, a chuva caísse. Uma tola… &lt;br /&gt;       Mas ninguém se importava… Nem ela mesma. Por qual motivo continuaria vagando pelo mundo? Por qual motivo um corpo feio e desleixado continuaria assim sobrevivendo? E ela só permanecia a espera de seu último dia. Tua família já não estava mais ao seu lado. Seus amigos a tocaram por festas caras. E o seu garoto… Ele a destruiu. Disse com todas as letras, olhando em seus olhos:&lt;br /&gt;— “Eu nunca sequer te amei.“ &lt;br /&gt;       Mas agora pouco importava. Nada mais importava. &lt;br /&gt;       Ela estava deitada no chão do banheiro de sua casa. Seus pais haviam viajado á trabalho — parecia o momento perfeito para cometer uma loucura. Uma loucura tão louca que jamais poderia voltar atras. Deixaria todos seus amigos sem ir á festas por pelo menos uma semana. Deixaria seus pais sem trabalharem á pelo menos um mês. E, ah… Deixaria seu garoto com um peso na consciência eterno.&lt;br /&gt;       Parecia-lhe maravilhoso. Uma ideia tentadora.&lt;br /&gt;       Sua camisola estava totalmente molhada de lágrimas. Não era possível! Aquela guria não enxergava que a felicidade estava a alguns passos a sua frente. Desistiria agora? Justo agora, que estaria tão perto dela? Quanta coragem!&lt;br /&gt;        Respirou fundo, pegou as caixinhas de remédios que tinham dentro do armário do banheiro. Várias delas. Jogou todos os comprimidos no chão. Azuis, rosas, brancos, laranjas, de diversos tamanhos e cores.&lt;br /&gt;       Colocou quatro em sua boca e os engoliu. &lt;br /&gt;       Tomaria os outros vinte, se não fosse um pensamento invadindo sua cabeça:&lt;br /&gt;Ela estava sentada em uma enorme mesa de madeira. Com todos seus filhos a sua volta. Sua mãe estava velhinha, mas com aquela beleza incomparável de sempre. Seu pai ensinava o neto a escrever. E então perguntam a ela:&lt;br /&gt;— ”Você se lembra de quando tentou se suicidar?”&lt;br /&gt;       O pensamento da guria foi interrompido pelos seus batimentos cardíacos acelerados. Desistiu de tudo. Desistiu de arrancar tua vida. Não teve coragem o suficiente para fazer tamanha bobagem. Mas já era tarde. Tudo estava fazendo efeito.&lt;br /&gt;       Pegou o telefone, e ligou para ambulância. &lt;br /&gt;       Foi levada para o hospital, e internada. E em apenas algumas horas, todos estavam lá.&lt;br /&gt;       Seus amigos e seus pais foram avisados. Largaram a melhor balada do ano para acompanhar seu tratamento. Tiraram licença no trabalho para cuidar daquela guria desorientada. &lt;br /&gt;       Ela abriu os olhos, e se deu conta do quão idiota estaria sendo. Se deu conta de que, ah… Ela precisava viver. Não por amigos babacas, nem seus pais desatenciosos. Apenas por ela. Ela precisava, ela iria. E por mais que existiam muito mais motivos para ela desistir de tudo, a vontade dela era maior: e pela primeira vez em sua vida, ela quis viver. A guria ergueu-se e seguiu teu caminho. Estava quase ao lado da felicidade… &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Isabela Morgado&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8239899604647386928-8162923846455529958?l=batologias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://batologias.blogspot.com/feeds/8162923846455529958/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2011/12/uma-covarde-suicida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/8162923846455529958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/8162923846455529958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2011/12/uma-covarde-suicida.html' title='Uma covarde suícida.'/><author><name>Isabela Morgado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13700905071292528414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-D13HSOQVstY/TwuQPJGy-_I/AAAAAAAAAHg/drhvrzYg63s/s220/isa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8239899604647386928.post-8999489637936090141</id><published>2011-12-23T18:37:00.000-08:00</published><updated>2011-12-23T18:37:07.765-08:00</updated><title type='text'>Meu último apelo.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://30.media.tumblr.com/tumblr_lvoqyq74GV1qgdcfqo1_500.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="334" width="500" src="http://30.media.tumblr.com/tumblr_lvoqyq74GV1qgdcfqo1_500.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;E só restou saudade. Uma enorme saudade de tudo aquilo que consegui ser. Vomitava palavras em uma folha qualquer, e ali ficava minha dor. Mas agora só sinto uma enorme ânsia. As palavras vem até minha garganta e em um suspiro voltam com toda força e toda dor para dentro da minha alma. Conseguia expor todas — ou quase todas — minhas dores em rabiscos, que, cá entre nós, eram mais do que simples rabiscos. E o que fazer quando nem mesmo palavras saem de sua boca? E o que me restou? Saudade? &lt;br /&gt;Escrevo isto com as minhas mais simples palavras, pois todas se esgotaram. Todas foram mortas ao lado da minha alma. O que me restou? Um corpo vazio. Ou até cheio demais. Quer realmente uma descrição perfeita? Um corpo transbordando dor. Uma dor tão grande que palavras já não a descrevem. Uma dor tão absurda, que omitiu todo o brilho da minha alma. Uma dor que esta me esfriando cada vez mais. E não quero ser fria, meu bem. Quero ser leve, doce, e quente como nenhum outro ser. Quente como eu era antes desse processo devastador. Antes de toda dor. Or, or, or. Rimas costumavam me alegrar… Eu costumava sorrir. E então, de repente, como quem rouba doce de criança, roubaram minha felicidade. Fizeram essa dor parecer uma ‘luz no fim do túnel’, quando que na verdade estavam me levando para o ‘fundo do poço’. Em outras palavras, colocaram flores no caminho da forca. E eu, tão tola, fui cantarolando para meu massacre, achando que seria feliz ao menos um dia… Não, não foi dessa vez. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Isabela Morgado &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8239899604647386928-8999489637936090141?l=batologias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://batologias.blogspot.com/feeds/8999489637936090141/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2011/12/meu-ultimo-apelo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/8999489637936090141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/8999489637936090141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2011/12/meu-ultimo-apelo.html' title='Meu último apelo.'/><author><name>Isabela Morgado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13700905071292528414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-D13HSOQVstY/TwuQPJGy-_I/AAAAAAAAAHg/drhvrzYg63s/s220/isa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8239899604647386928.post-3816701478166215582</id><published>2011-12-23T18:35:00.000-08:00</published><updated>2012-01-11T18:19:05.480-08:00</updated><title type='text'>For you.</title><content type='html'>Desculpe a falta de jeito, a ausência de palavras. Com o tempo irei me adequando, e me acostumando á falar sobre você, irei mudar as palavras, irei mudar o modo de descrever tudo, mas sempre estarei querendo dizer a mesma coisa. Nunca imaginei que tu poderias se tornar tão necessário pra mim. Tua presença me inunda de felicidade, e como todo ser vivo, eu sou movida a felicidade. Eu sou movida por essa vontade de viver, por essa necessidade de ser feliz e experimentar coisas novas. Eu sou movida pela curiosidade, pelas descobertas que fizemos — e que espero fazer — juntos, pelo teu sorriso, pelo teu olhar de pessoa carente. Você, meu amor, é felicidade. Porque, quando eu estava a beira de desabar, você reconstruiu cada pedaço. Você me fez sorrir novamente.  Eu ainda quero acordar com você me olhando, e logo em seguida te cobrir de beijos. Lembra que tinhamos combinado? Ainda quero realizar todas as tuas fantasias. E sentir novamente seu cheiro tão gostoso. Faça de mim, o teu amor.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Isabela Morgado&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8239899604647386928-3816701478166215582?l=batologias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://batologias.blogspot.com/feeds/3816701478166215582/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2011/12/desculpe-falta-de-jeito-ausencia-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/3816701478166215582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/3816701478166215582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2011/12/desculpe-falta-de-jeito-ausencia-de.html' title='For you.'/><author><name>Isabela Morgado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13700905071292528414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-D13HSOQVstY/TwuQPJGy-_I/AAAAAAAAAHg/drhvrzYg63s/s220/isa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8239899604647386928.post-2984422371684242580</id><published>2011-11-28T09:57:00.000-08:00</published><updated>2011-11-28T10:07:13.788-08:00</updated><title type='text'>Dramática como nenhum outro ser...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://27.media.tumblr.com/tumblr_lrukkh27OX1qgdcfqo1_500.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="332" width="500" src="http://27.media.tumblr.com/tumblr_lrukkh27OX1qgdcfqo1_500.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Aquela monotonia estava de volta. Tudo que havia jogado fora estava ali, como um lixo mal reciclado. Pedaços de lembranças foram encontradas em gavetas trancadas. E como sentia, seu gosto de café amargo estava em sua boca. Aqueles fios de cabelo do menino pareciam ter entrado pela janela e pousados pelo vento sobre teus lençóis. Ah… Aquela menina não havia feito nada para sentir-se assim. Ela não merecia — só havia lutado por dias melhores. Queria fazer um trato com a vida; ‘lhe faço bondades, se tu der-me paz’. Nada feito. Aquele tormento parecia não ter fim. Era tudo tão eterno, que acabava no dia seguinte. Entende-me?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Tão linda era esta menina… Vejam só o que o tempo fez. Oh, coitada! — aqueles comentários ridículos á irritavam de tal forma que ignorava.&lt;br /&gt;O cheiro do perfume amadeirado do seu pequeno menino estava ali, novamente, em todos os teus casacos de lã. Persistiam tanto quanto seus pensamentos.&lt;br /&gt;As fotografias tiradas naquela tarde estavam em pedaços por toda sua casa. Junto com todas as cartas escritas por ela — jamais arriscou-se a mandar uma.&lt;br /&gt;Já não estava mais com sua vida estabilizada. Não poderia apoiar-se em nada — era tudo fraco demais — tudo levaria ela á cair.&lt;br /&gt;Aquela coitada passava horas pensando em formas de sair daquela rotina. E sempre acabava da mesma forma.&lt;br /&gt;Ás seis horas da manhã seu despertador tocava, assustava-se com o barulho alto da música alegre. Tentava acordar no ritmo da música, mas as tentativas eram em vão; passava 20 minutos olhando para o teto branco do seu quarto. O ventilador girava e fazia barulhos repetitivos. E ela seguia as voltas que aquele objeto dava com os olhos. Tinham algo em comum: andavam, andavam, giravam, giravam, mas acabavam sempre no mesmo lugar.&lt;br /&gt;Sentou-se na cama, e tudo aquilo que havia acontecido nos últimos dias bateram em sua cabeça feito pedra. Um choque de realidade logo pela manhã.&lt;br /&gt;Levantou-se, tomou seu banho matinal e foi direto para sua sacada tomar café em sua xícara azul preferida. Sentir o gosto do café era como beijá-lo — talvez por isso era viciada em cafés.&lt;br /&gt;Já eram 2 horas e nada havia mudado. Todos os planos feitos na noite passada haviam ficado em seu travesseiro — junto com todas suas lágrimas. Não se realizariam, não acabariam.&lt;br /&gt;Havia perdido a força, o foco e a fé. Havia se perdido. Toda aquela sua filosofia de vida já não fazia mais sentido. Viver não fazia mais sentido — mais uma coitada, ah…&lt;br /&gt;Nada importava mais, estava sozinha, e ela, mais do que ninguém, sabia disto.&lt;br /&gt;Foi para cozinha, preparou teu café, e escreveu uma carta de ‘adeus’. Já não suportava mais viver naquela bagunça. Jogou todos os pedaços de cartas rasgadas fora, respirou fundo, e caiu. Jogou-se com todas as forças para o chão, como se lá fossem os braços do teu pequeno. E ali ficou, esperando que aquilo fosse real — sabia que era impossível.&lt;br /&gt;Fechou a porta do quarto e trancou-se — junto dali fechou tua alma. Deitou-se na cama e chorou — era sua única opção — seguir em frente parecia banal demais. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Isabela Morgado.&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8239899604647386928-2984422371684242580?l=batologias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://batologias.blogspot.com/feeds/2984422371684242580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2011/11/aquela-monotonia-estava-de-volta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/2984422371684242580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/2984422371684242580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2011/11/aquela-monotonia-estava-de-volta.html' title='Dramática como nenhum outro ser...'/><author><name>Isabela Morgado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13700905071292528414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-D13HSOQVstY/TwuQPJGy-_I/AAAAAAAAAHg/drhvrzYg63s/s220/isa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8239899604647386928.post-2887605974720060463</id><published>2011-11-27T06:17:00.001-08:00</published><updated>2011-11-27T06:18:23.914-08:00</updated><title type='text'>Uma quase-suicida.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://26.media.tumblr.com/tumblr_lp09ql7tTP1qgdcfqo1_500.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 469px; height: 309px;" src="http://26.media.tumblr.com/tumblr_lp09ql7tTP1qgdcfqo1_500.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;— “Olá” — Ela começou assim aquela carta. Achou muito fria, então apagou.&lt;br /&gt;— “Meu amor” — Achou meloso, parecia desesperada, resolveu apagar. &lt;br /&gt;— “Você está bem, Guri?” — Achou um pouco comum, mas ela deixou assim mesmo. E retornou a escrever.&lt;br /&gt;— “Perdoe-me pelo egoísmo, mas não espero que esteja bem, não. Pra dizer a verdade, espero que você esteja sentindo a minha falta. Espero que você esteja com cheiro de saudade — assim como eu. Perdoe-me novamente pelo egoísmo, mas não suportaria te ver feliz em outros braços. Não queria que você pensasse que preciso de você, mas não há mais motivos para fingir.”&lt;br /&gt;Deu um gole no café que estava ao lado, ajeitou a postura, e voltou a escrever. &lt;br /&gt;— “Não quero que pense que eu sou mais uma daquelas necessitadas. Não quero que pense que sou como as outras mulheres que convivem contigo — não sou. Aliás, o que elas dizem sentir por você, não chega nem perto do que chamávamos de ‘amor’. Sei que não deveria julgar o sentimento alheio, sei que não deveria desejar o mal — eu também tenho defeitos. Talvez muito mais do que qualidades.&lt;br /&gt;Vez ou outra, encontro-me relembrando daquela tarde em que te senti — em todos os sentidos. Fico recordando de cada segundo que passei abraçada contigo. Lembro-me das palavras que sussurrou no meu ouvido: ‘eu amo você’. Lembro-me perfeitamente de como timbre da tua voz fez com que essas palavras deixassem de ser clichê.&lt;br /&gt;E agora eu me sinto vazia. Desde o dia em que você partiu.”&lt;br /&gt;Sua letra já estava horrível, sua visão embaçada — não podia segurar as lágrimas. A tinta da caneta começava a borrar no papel. Mas ela continuou. Ele tinha que ler aquela carta.&lt;br /&gt;— “Perdoe-me novamente, pelos possíveis erros de português, e pelos borrões que minhas lágrimas estão produzindo. &lt;br /&gt;Por incrível que pareça, eu acredito em nós. Acho que você deve me sentir. Não com a mesma frequência, nem a mesma intensidade que eu. Mas acredito que sim. &lt;br /&gt;Ainda espero acordar pela manhã e ver seu rosto inchado de tanto dormir. E quando levantar-me da cama, verei a casa completamente bagunçada. Não quero que seja apenas eu e você. Espero ter muitos herdeiros. E um cachorro maior do que você. Espero que você também pense assim.&lt;br /&gt;Quando perceber que me sente, vem. Eu estarei aqui esperando. Diga que quer ficar. Ou vá embora de uma vez. Mas não me deixe com seu silêncio.&lt;br /&gt;Bons fins de semana, e boa sorte para nós.&lt;br /&gt;Eu amo você, Guri.”&lt;br /&gt;Ela sabia que não teria resposta. Achou aquela carta clichê demais. Amaçou, rasgou, e jogou os pedaços em uma caixinha de madeira — junto com os pedaços das outras quinze cartas que ela não havia mandado. Pegou outro pedaço de papel, e continuou.&lt;br /&gt;Ela não mandaria nenhuma. E ela sabia disso. Tinha prazer em torturar-se… &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Isabela Morgado.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8239899604647386928-2887605974720060463?l=batologias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://batologias.blogspot.com/feeds/2887605974720060463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2011/11/uma-quase-suicida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/2887605974720060463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/2887605974720060463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2011/11/uma-quase-suicida.html' title='Uma quase-suicida.'/><author><name>Isabela Morgado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13700905071292528414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-D13HSOQVstY/TwuQPJGy-_I/AAAAAAAAAHg/drhvrzYg63s/s220/isa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8239899604647386928.post-5644292876480497860</id><published>2011-11-27T06:14:00.000-08:00</published><updated>2011-11-27T06:17:02.864-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://data.whicdn.com/images/18111926/6326580548_6407cac263_z_large.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 500px; height: 334px;" src="http://data.whicdn.com/images/18111926/6326580548_6407cac263_z_large.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não te quero por muito tempo — te preciso por poucos segundos. Talvez seja necessário algumas horas. Ou apenas alguns minutos. Só preciso de tempo necessário para que possamos descobrir juntos o valor de um sorriso verdadeiro. Tempo necessário para recolher flores e entregar á desconhecidos. Substituir cafés por sorvetes, sorrisos por risadas. Tempo suficiênte para levar cachorros para passear em uma tarde ensolarada. Para brincar de pega-pega no meio da rua, e corrermos entres o carros, sem o minímo medo. Tempo suficiente para descobrirmos que o que precisamos vai além de umas horas — quero tempo suficiênte para que percebas que preciso de uma vida inteira ao seu lado.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Isabela Morgado.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8239899604647386928-5644292876480497860?l=batologias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://batologias.blogspot.com/feeds/5644292876480497860/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2011/11/nao-te-quero-por-muito-tempo-te-preciso_27.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/5644292876480497860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/5644292876480497860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2011/11/nao-te-quero-por-muito-tempo-te-preciso_27.html' title=''/><author><name>Isabela Morgado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13700905071292528414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-D13HSOQVstY/TwuQPJGy-_I/AAAAAAAAAHg/drhvrzYg63s/s220/isa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8239899604647386928.post-401775038978753426</id><published>2011-11-27T06:12:00.000-08:00</published><updated>2011-11-27T06:13:58.041-08:00</updated><title type='text'>O primeiro não-clichê.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://30.media.tumblr.com/tumblr_lpfa9scHXD1qgdcfqo1_500.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 500px; height: 338px;" src="http://30.media.tumblr.com/tumblr_lpfa9scHXD1qgdcfqo1_500.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não eram como outros garotos. Muito menos um casal qualquer. Possuíam algo diferente. Apenas os dois podiam compreender-se. Quem os encontravam nos passeios á tarde, diziam que jamais abriam a boca e esperavam com evidente ansiedade pela aparição de outro novo amor em suas vidas. Apenas os mais perfeccionistas podiam reparar um leve brilho naqueles olhares castanhos escuros.&lt;br /&gt;Aconteceu que, em um desses passeios, o acaso os conduziu a uma pequena rua, próxima á casa daquela guria. Era uma rua estreita, sossegada, com vários sobradinhos coloridos, com flores brancas e amarelas no parapeito das varandas. Era uma típica rua feliz. Nada nela condizia com o coração dos dois — existiam monotonamente, talvez á espera de um novo agasalho, um novo amigo, uma nova casa, ou até, um novo amor. Vez ou outra, sorriam com os lábios — com a alma, era raro. Não possuíam o mínimo de empatia um pelo outro.&lt;br /&gt;Mas de certa forma, sentiam-se maravilhosamente bem, quando estavam juntos.&lt;br /&gt;Anoitecia, e as luzes daquela viela se acendiam — algumas, por estarem velhas, piscavam.&lt;br /&gt;Ele não gostava quando ela falava, achava sua voz rouca demais. Porém, achava lindo o vento acariciando os cabelos cor de mel da guria — como acontecia naquele fim de tarde.&lt;br /&gt;Trocavam poucas palavras, porém eram sempre as palavras certas. &lt;br /&gt;Nunca olhavam-se nos olhos — como se seus olhares pudessem revelar coisas óbvias.&lt;br /&gt;Ele a observava, quieta, encolhida, e perdida no meio de um casaco branco.&lt;br /&gt;Ela adorava quando ficavam em silêncio — podia ouvir as batidas do coração acelerado dele.&lt;br /&gt;Por ironia, ela sentiu sendo observada, e olhou. Seus olhares se cruzaram; nunca haviam visto algo tão extraordinário quanto aqueles olhares. Todas as frases clichês encontradas em livros românticos, encaixavam-se ali.&lt;br /&gt;Sorriram — e levaram uma luz fascinante aquela rua, na qual morador nenhum nunca havia visto.&lt;br /&gt;Ele não aproximou-se, nem fez nada esperado — ele sabia que ela odiava grudes, e principalmente o cheiro de cigarro que ele possuía.&lt;br /&gt;Mas, reconheceram-se, naquela noite. E até letras das piores músicas fizeram sentido, naquele momento — ou apenas a vida, começou a fazer sentido.&lt;br /&gt;Não por ele, não por ela. Pelo amor.&lt;br /&gt;Deliciavam o olhar de quem passava por aquela rua.&lt;br /&gt;Era fascinante a tamanha felicidade que descobriram carregavam em seus corações. Apenas por estarem ali. Juntos… &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Isabela Morgado.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8239899604647386928-401775038978753426?l=batologias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://batologias.blogspot.com/feeds/401775038978753426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2011/11/o-primeiro-nao-cliche_27.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/401775038978753426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8239899604647386928/posts/default/401775038978753426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://batologias.blogspot.com/2011/11/o-primeiro-nao-cliche_27.html' title='O primeiro não-clichê.'/><author><name>Isabela Morgado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13700905071292528414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-D13HSOQVstY/TwuQPJGy-_I/AAAAAAAAAHg/drhvrzYg63s/s220/isa.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
